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Mostrando postagens de setembro 26, 2024

Corações Alados - cartas de amor em verso e prosa

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Olá! Além da escrita afetiva, que é quando o autor escreve para si mesmo, no sentido de desabafar os próprios sentimentos represado, Luiz Arthur utiliza-se de recursos diários, próprio deste gênero de escrita, movido pela saudade, na ausência do seu ser amado. Toda a poesia e desejo dos versos “Corações Alados” tem endereço certo: o sítio do amor, conhecido e correspondido. Lembranças que aquecem o coração, enquanto durar o tempo de distanciamento entre ambos.   Carta de amor I  O dia está nublado. Sábado de tensão com os fatos que estão acontecendo. Estou aqui te esperando. Olá, meu amor! Aguardo ansioso por teu telefonema. Que saudades de você, que falta você me faz. Ainda estou trabalhando desde às 7h. O dia passa rápido, na rua não há ninguém: há um silêncio imenso neste belo entardecer da primeira semana do outono de 2020. Quero tanto poder te abraçar, te beijar, te sentir, te ouvir: ouvir você dizer que me ama, que me deseja, que me quer todos os dias da...

Poesias para um grande amor

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Olá! “Poesias para um grande amor” é uma antologia dos escritos poéticos entre os anos de 2004/2015, de Luiz Arthur Nestas poesias o autor declara seu amor à vida, ao ato de amor e ao mar. São momentos de desejos, anseios, divagações, realidade e ficção. Mar da minha angústia No mar da minha angústia encontro um barco à deriva: pensamento angustiante que passa desapercebido   Neste mundo angustiante beijo o vento nado, nado para o nada, a cada braçada sinto o peso do nada, da vida legada ao consumo do inexistente que permeia o mar da minha angústia   Olho, nado afogo-me, momentaneamente, nas lágrimas do nada   Canso, quase desisto – falta-me o olhar o desejo de seguir, não percebo o encontro   Beijo, novamente o vento mergulho no passado tão próximo, quero pegá-lo   Vejo a miséria do acaso compassivo, fico no percurso do meu corpo,   Momentos de angústia reproduzem a solidão: beijo o vento e não beijo a vida: é o mito do crepúsculo da morte   Bebo ...

Jardins Imaginários da minha Solidão

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Olá! O Instituto Montes Ribeiro segue com os projetos determinados nas áreas da Literatura, Artes Visuais e Gastronomia. Uma imensa satisfação dirigir o IMR, instituição que em 17 de outubro completa 14 anos de atividades. Convido você para nos visitar. Agende sua visita pelo (41) 99181-0220, sempre às quintas e sextas-feiras, das 14h às 19h. Para outros dias e horários consulte-nos. Hoje apresento para você uma das poesias do Livro "Jardins Imaginários da minha solidão". Vale conferir: Caminho por estes Jardins jardins da Solidão jardins do meu amor que lá perdi Cominho por estes Jardins caminhada sem fim, sem você: meu único amor. Luiz Arthur Montes Ribeiro Guaratuba – 15/01/2014 – 19h10min “Jardins imaginários da minha solidão” é composto por poesias escritas em 2014 em momentos de profunda dor, angústia e profunda solidã...