segunda-feira, 27 de junho de 2022

Acadêmica Janira Lisboa recebe título de CIDADÃ HONORÁRIO de IMBITUBA - SC

CIDADÃ HONORÁRIA DE IMBITUBA - SC


A Câmara Municipal de Imbituba em conformidade com a Lei Municipal n⁰ 2.365/03, Outorgou à senhora Janira de Oliveira Lisboa Furtado o título de CIDADÃ HONORÁRIA pelos relevantes serviços prestados ao Município de Imbituba.

A proposição foi do vereador Renato Carlos de Figueiredo.

Janira Lisboa

Janira de Oliveira Lisboa Furtado é natural de Belém, capital do Estado do Pará, mora em Santa Catarina há 22 anos. Terapeuta Naturopata, Palestrante, Escritora, autora de três livros. Em 2010, ajudou a fundar a Academia de Letras de Imbituba da ALB, onde foi a primeira presidente. Tornou-se membro Estadual da ALB-SC, ocupando a cadeira 26.

Fez um lindo trabalho social por 30 anos. Prestou serviços na Agência Adventista de Recursos Assistenciais (ADRA), em projetos que atendiam crianças e famílias carentes.

Foi vice-presidente da ONG Força Positiva de Imbituba/SC que trabalha com prevenção de drogas e doenças sexualmente transmissíveis, de 2002 à 2005. Foi pioneira no Pará com a realização da Caminhada Um Abraço pela Vida, como forma de prevenção ao suicídio, em 2016.

Recebeu várias medalhas por seus méritos culturais ao longo dos anos na ALB/SC, destacando a Comenda Benfeitor Cultural da Humanidade; Prêmio Caneta de Ouro, em outubro de 2017 pela FEBLACA, Rio de Janeiro. Em 14/07/2018 foi agraciada com o troféu "Coruja do Mérito Literário", outorgado através da ALNT.

A acadêmica Janira de Oliveira Lisboa Furtado é ocupante da cadeira número 32 cuja patronesse é Cora Coralina, na Academia de Letras de Nova Trento.

No dia 22 de junho de 2022 recebeu o título honorário de cidadã Imbitubense por seu serviço relevante nesta cidade.



 


 


TOPO - UM VINHO QUE CONQUISTA OS BRASILEIROS

 

VINHO, UMA PAIXÃO LUSO-BRASILEIRA


 

Que existe uma forte ligação entre o Brasil e Portugal todo mundo sabe. A língua trazida por nossos colonizadores e cultuada aqui é prova disso. A culinária portuguesa também está presente em todas as regiões brasileiras, assim como a cultura portuguesa.

Mas as semelhanças luso-brasileira vão além, como a paixão pelo vinho, que une ainda mais os dois países. Portugal sempre foi destaque quando o assunto é a produção e consumo de vinho. Mas no Brasil, essa paixão é um pouco mais recente: atualmente o país está no topo da lista dos que mais consomem os vinhos portugueses.

E não podemos falar dos vinhos portugueses, sem destacar o TOPO. Desenvolvido pela premiada vinícola portuguesa Casa Santos Lima, e recém-lançado por aqui com exclusividade pela Vivavinho.

TOPO é o vinho perfeito para todas as ocasiões, extremamente elegante e requintado. Lançado em três versões, tinto, branco e rosé, se caracteriza pela sua exuberância aromática, com notas de frutos vermelhos e baunilha, passando por estágio em barrica de carvalho.

A Casa Santos Lima, famosa no Brasil pelo sucesso do vinho Quinta de Bons Ventos, é a maior produtora de vinhos da região de Lisboa. Atuante nas regiões de Algarve, Alentejo, Douro e Vinhos Verdes é uma empresa familiar, que está na quinta geração, e se dedica à produção, engarrafamento e comercialização de vinhos portugueses.

Seus vinhos são conhecidos pela excelente relação qualidade/preço, o que resulta na exportação de cerca de 90% da sua produção total, para mais de 50 países nos 5 continentes. E foi considerada pelo segundo ano consecutivo, o “Melhor Produtor de Portugal” pelo prestigiado concurso Mundus Vini 2022.

O TOPO tinto foi reconhecido pela sua excelente qualidade, sendo agraciado com três medalhas de ouro nos concursos: Singapore Competition 2021, Challenge International Du Vin 2021 e Austrian Wine Challenge 2021.

Vale a pena experimentar as suas três versões, cada uma perfeita, única e especial. Conheça um pouco sobre cada versão do TOPO:

TOPO Tinto:



Produzido com castas da região, como Castelão, Tinta Roriz, Syrah e Touriga Franca, no nariz, possui notas de frutos vermelhos e baunilha. Na boca tem bom corpo e taninos firmes onde sobressaem notas de frutos vermelhos maduros, equilibrado por notas de especiarias, chocolate e carvalho.

TOPO Branco:

Produzido com castas nobres da região, como o Arinto, Fernão Pires, Chardonnay e Viosinho. Aromaticamente, possui notas intensas de frutas tropicais e frutas cítricas. Na boca, possui uma leve efervescência, é bastante leve e frutado com notas de pêra, flores brancas e retrogosto que lembra abacaxi.

TOPO Rosé:

Produzido com castas regionais de destaque, como o Castelão e Cabernet Sauvignon. Aromaticamente, possui notas de frutos silvestres, morangos e framboesas. Na boca, novamente frutas frescas, com destaque ao morango e a framboesa, equilibrando com uma acidez refrescante.

Você pode adquirir o TOPO com exclusividade através do site vivavinho.com.br ou em suas lojas físicas. Em Curitiba fica localizada no lobby do Hotel Pestana, na Rua Comendador Araújo, 499, Centro. Em Balneário Camboriú, na Av. Normando Tedesco, 1315, em frente a Marina Tedesco.

TOPO, o seu vinho perfeito para todos os momentos, português de nascimento e brasileiro de coração.

  

Fonte: Cris Osike Nova Comunicação

 


Cristina Daher lança seu primeiro livro de poesias: FRAGMENTOS



Cristina Daher, artista visual e poeta, lançou com sucesso o seu primeiro livro de poesias.

O prefácio é do também artista visual e doutourando em Filofosia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná João Coviello.

"Um momento especial A poesia é a mais sofisticada forma de linguagem. Ao menos para aqueles que adquiriram o hábito de tê-la em suas vidas. Neste caso, o sentido do verbo ter está além do sentido comum de possuir. Afinal, também pode significar acolher, experimentar, revelar. Os sentidos são muitos, pois não apenas lemos um poema, mas o temos em nós, o acolhemos e o experimentamos. Ler um poema, portanto, é viver uma experiência, é obter um conhecimento (ou autoconhecimento). 

O mesmo, provavelmente, se dá com aquele que escreve. Esta é a primeira sensação que ocorre com a leitura deste livro de Cristina Daher. Sabemos que um poema não é feito apenas com ideias, mas principalmente com palavras. Eis a grande questão: mais que saber usá-las, é preciso ter coragem de usá-las. E usá-las com cuidado e rigor. É dessa forma que os poemas de Daher parecem ser construídos: com coragem e rigor. Estes elementos estão presentes na forma sintética com a qual constrói seus versos. Eles são curtos, sintéticos e compostos, muitas vezes, por uma só palavra, tanto os poemas curtos quanto os longos. A concisão, portanto, é uma das características desta poeta. Não por economia, mas para afirmar que pouco pode expressar muito. É por isto que escolheu tanto o verso curto, com poucas ou uma só palavra, e, também, o próprio poema curto, como neste exemplo: “Filhos/Netos/Transbordam/ de afetos”. 

Em apenas quatro versos, a poeta consegue exprimir a conexão entre filhos e netos aos afetos. É possível observar, contudo, que nos textos finais deste livro, Daher ampliou o discurso poético. Atente para os três últimos poemas. O primeiro deles, aliás, é um dos poucos que possuem título. Eis outra característica. A inexistência de títulos e uso de poucas palavras transformam as linhas em poemas quase visuais, com exceção dos últimos três que, como observamos, são construídos com versos longos. É preciso lembrar que Daher é também uma artista plástica. O modo como suas palavras estão dispostas no papel sugere o vínculo entre palavra e imagem. A impressão que se tem é que os versos brotam nesse terrenof értil que é a página em branco. Assim, o branco da página também faz parte do poema, como neste exemplo:

“Riquezas/incertezas/sutilezas/desejos”. Como a personagem do livro Água viva, de Clarice Lispector, Daher é uma pintora que escreve porque também precisa escrever. Como a personagem de Clarice, ela poderia dizer que também quer pegar a palavra com a mão. Daher também junta o mundo da pintura ao mundo das palavras. Para ela, não são mundos diversos. Para nós, o mundo da pintura é mais silencioso, mas o mundo da escrita também é. Ambos precisam do silêncio contemplativo, da apreciação meditativa, da suspensão da correria presente em nossas vidas. Ou seja, precisamos parar. A apreciação de uma pintura e a leitura de um poema são alguns dos poucos momentos de parada em nossa jornada contínua. A personagem de Clarice diz se entregar nas palavras e se entregar quando pinta. É isto que faz Daher. Seu livro é um convite a um momento de parada, um momento de respirar e se dedicar a cada uma de suas palavras e vivê-las como se fossem nossas.

João Coviello é artista plástico e ensaísta. Doutorando em Filosofia na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Mestre em Filosofia e especialista em História da Arte pela PUCPR.

Cristina Daher

Você pode adquirir um exemplar de FRAGMENTOS, WhatsApp (41) 99928-0318, ou por e-mail dahercris@hotmail.com. 

PIX 00533526965. 

O valor é de R$ 35,00.


"Estação das Trevas" do Acadêmico Imortal David Gonçalves é lançado no Instituto Internacional Juarez Machado


Estação das Trevas

Aconteceu, recentemente, no Instituto Intercional Juarez Machado, em Joinville o lançamento do livro "Estração das Trevas, do catarinense e Acadêmico Imortal "David Gonçaslves"

Dire

Diretor Artístico do Instituto Internacional Juarez Machado Edson Busch Machado e o escritor Acadêmico Imortal David Gonçalves

Estação das Trevas é uma obra inusitada, que se mobiliza entre os prenúncios e os tempos sombrios da pandemia da Covid-19. Desvela uma sociedade submersa no caos e na violência, que se depara com o incompreensível e o incontrolável. A natureza anuncia algo diferente que se aproxima, os bichos pressentem o que está para chegar, aquilo que, para os humanos, é invisível.

O enredo se desencadeia de forma desinteressada, como o fluir da própria vida, em contraponto à morte. O personagem secreto - o Mal - espreita, incita a cobiça e a ambição humana desmedida. Impera a busca pelo poder e pela riqueza, o novo cangaço, a corrupção e a humanidade aporta na Estação das Trevas. É quando os personagens se apercebem que estão de frente para o futuro, lugar onde todas os seres vivos de fato ficam diante do inevitável: a morte.

Quadrínculo – a cidade metáfora – é um microcenário desse drama vivido pela humanidade, infortúnio que dizimou milhares de pessoas pelo mundo, trazendo à tona angústias humanas e mazelas sociais. Esses escritos retratam de forma singular a ocasião em que o ser humano é tomado pelo medo, um dos grandes gigantes da alma. Em contrapartida, propõem o repensar da existência humana na terra, lançando o olhar para a vida que está presente na simplicidade do ambiente natural. Dessa narrativa, emerge a problematização acerca de quem é mais sábio: o ser humano ou os animais irracionais?


Biografia do Livro Estação das Trevas

Um romance impactante e questionador sobre os tempos sombrios em que vivemos.

Nascido a 10 de agosto de 1952, em Jandaia do Sul, PR. Filho de pequenos agricultores, trabalhou na lavoura até os vinte anos, conviveu com os trabalhadores rurais, vivenciou o êxodo rural a partir da geada negra [1975], onde pequenos agricultores, meeiros e peões foram expulsos do campo e se transformaram em boias-frias. Professor, palestrante, consultor de empresas, reside em Joinville, SC. Membro da Academia Joinvilense de Letras e da Academia Catarinense de Letras. Publicou mais de 30 livros, destacando-se Geração vivaO sol dos trópicos, Sangue verde e Pés-vermelhos. O romance Acima do chão foi traduzido para o Inglês – Above the ground – como também duas seleções de contos: Tales of blood and shadows e Come in, you are welcome.  O romance Os caçadores de aranhas foi traduzido para o alemão: Die Spinnenjäger. Premiado nacionalmente, mas tem como hábito não participar de concursos. O seu primeiro romance, As flores que o chapadão não deu, 1972, escrito aos vinte anos, foi censurado e recolhido e permaneceu 16 anos na gaveta, hoje com sucessivas edições. Um dos primeiros romances brasileiros a tratar da questão racial no país. Na área do conto possui vasta obra, com mais de 300 narrativas.


Recentemente, os contos escritos até 2018 foram publicados em três volumes: Coração do TodoCasa de mulheres e O devorador de coisas. Sua temática, em geral, aborda as condições humanas, do regional ao universal, sem amarras ideológicas.  A realidade e o estranho se unem de forma única e grotesca, o realismo se mistura com o fantástico numa simbiose constante. Estilo direto, pejado de denúncias, linguagem que não tolera obscuridade, trocadilhos e falsos brilhos linguísticos.

Informações de Cladir Gava